Hoje é dia de lembrar das sensações sonoras, das melodias e trimbres que nascidos na alma brasileira foram embalar a viagem de muitas crianças de todas as idades por esse mundão a fora.O TRENZINHO DO CAIPIRA
Espetáculo Teatral baseado nas obras de Heitor Villa Lobos para Crianças de todas as Idades.
segunda-feira, 5 de março de 2012
FELIZ ANIVERSÁRIO, MAESTRO!
Hoje é dia de lembrar das sensações sonoras, das melodias e trimbres que nascidos na alma brasileira foram embalar a viagem de muitas crianças de todas as idades por esse mundão a fora.sábado, 11 de fevereiro de 2012
E LÁ VEM O TREM!!!!!

01 de abril - 16h
Informações: Fone (41) 3362-9438/ 3362-595/ 9129-9595
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O TRENZINHO DO CAIPIRA-UM NOVO ENCONTRO
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O TRENZINHO DO CAIPIRA – NOVO OLHAR
Estudo da personagem Domitila por Denize de Lucena
ORIGEM DO NOME :
DOMITILA vem do latim, uma variação de Dimícia que significa AQUELA QUE AMA A CASA.
O QUE O TEXTO DIZ?
A Personagem DOMITILA representa o nordeste brasileiro e a nota “dó” da escala musical.
As personagens são acordadas por suas respectivas notas. Todas receberam uma misteriosa carta e se preparam para viajar, mas perdem o trem, ficam tristes e, desoladas, começam a contar suas histórias.
DOMITILA não é uma pessoa de idade avançada, mas parece alguém confiável.
É alguém que busca soluções, não se entrega frente às adversidades da vida.
O QUE A PERSONAGEM DIZ?
Seu nome é DOMITILA, e seu apelido é “Dó”. Veio do Sertão e procura um caminho pelo sentimento.
Andou pelo mundo, presta atenção em tudo, tendo forte relação com a natureza.
Não conhece as letras, mas conhece do mundo e das gentes porque sempre foi muito curiosa e observadora.
Conhece as cirandas e precisa levar seus conhecimentos às crianças do mundo.
RELAÇÕES ENTRE AS PERSONAGENS
A personagem DOMITILA propõe a criação do trem, conduzindo o início da trama, assim como o “dó” inicia a escala musical e a afinação.
A personagem SOLEMAR propõe a DOMITILA um giro pelo Brasil para conhecer o seu folclore, como a “clave de Sol” que encabeça o pentagrama.
REMIR é o parceiro de DOMITILA por ser rezador e também ter origem sertaneja. Na escala musical, também a nota “ré” está ao lado da nota “dó”.
DA DRAMATURGIA
DOMITILA recebe uma carta de Villa Lobos que a convida para “a missão de deixar a ciranda viva na brincadeira das crianças”. DOMITILA aceita o convite e embarca para uma viagem de trem que irá levá-la para cumprir sua missão. Na estação, vê o trem passar e descobre que há outras pessoas que também receberam cartas de Villa Lobos.
Negando-se a se acomodar com a partida do trem, DOMITILA propõe a criação de um trem que possa levar as personagens ao seu destino. Na construção desse trem da vida, resgata a ciranda da infância, os sons de sua meninice e a alegria de viver, costurando lembranças e sentimentos na companhia dos novos amigos, todos reunidos pela batuta do maestro Villa Lobos, que sem apresentar-se, vai tecendo sonoramente os trilhos da trama até a estação final, onde as personagens entendem que é necessário partilhar de suas descobertas com todas as crianças do mundo, num REENCANTAMENTO DA INFÂNCIA.
REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DA PERSONAGEM
A artista plástica, artesã e poetisa mineira, residente em Curitiba, EFIGÊNIA ROLIN.
http://www.artcanal.com.br/oscardambrosio/efigeniarolim.htm
O artista popular e artesão arquitetônico carioca GABRIEL JOAQUIM DOS SANTOS.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriel_Joaquim_dos_Santos
O artista plástico sergipano ARTUR BISPO DO ROSÁRIO.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bispo_do_Ros%C3%A1rio
O músico alemão radicalizado brasileiro, foi professor da UFBA, em Salvador, ANTON WALTER SMETAK.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anton_Walter_Smetak
O texto A TERCEIRA MARGEM DO RIO, de GUIMARÃES ROSA
http://www.releituras.com/guimarosa_margem.asp
A introdução do texto MORTE E VIDA SEVERINA, de JOÃO CABRAL DE MELO NETO
http://www.culturabrasil.org/joaocabraldemelonetoo.htm
A música ASSUM PRETO, de LUIZ GONZAGA e HUMBERTO TEIXEIRA
http://www.youtube.com/watch?v=BdtIwxlGPSs
http://www.ladjanebandeira.org/cultura-pernambuco/pub/a2006n05.pdf
GÊNESE A PARTIR DO ESTUDO DO TEXTO E REFERENCIAIS
A personagem DOMITILA é de algum lugar do nordeste brasileiro, não é necessário especificar porque ela representa toda a região com suas crenças, sua cultura e saberes.
Quando pequena, perdeu o pai, Seu Chico, de quem só guarda a lembrança em uma foto desbotada. Foi criada pela Vó Donana e a Mãe Zabé. Era a mais velha de cinco filhos: Jão, Tonica, Tiãozinho (falecidos) e Maria Rita (casou-se e mudou para a cidade de São Paulo. Nunca mais deu notícia.).
Donana era parteira e DOMITILA a acompanhava em visita pelas casas da região, ajudando a avó. Assim, aprendeu sobre as ervas e muito sobre as pessoas, pois ficava a observar tudo, ouvindo e perguntando.
Zabé cuidava do pequeno roçado de chão onde moravam, cultivando um roçado e os poucos animais que ajudavam no sustento da família. Levantava antes do sol e ia se deitar depois de todo mundo. O tempo todo ativa, cantava para espantar a tristeza e aliviar o sofrimento. Seu repertório ia das músicas das novenas para N. Sra. das Dô, que puxava com as mulheres em dia de reza, de nascimento e de velório, as cantigas de trabalho que aprendeu com o pai no roçado, e as cantigas de roda, principalmente as cirandas, que aprendeu ouvindo as crianças do grupo escolar.
Depois que Donana e Zabé partiram, DOMITILA que já assumira o afazer da avó, caminhava de vilarejo em vilarejo, prestando auxílio aos que precisavam.
É devota de N. Sra. das Dô, principalmente por ser a morte tão comum, mesmo dos “anjinhos” a quem N. Sra. recebe em seu regaço e o consolo que perta às mãezinhas que perderam seus filhos, assim como ela. Também conhecida por N. Sra da Piedade, da Soledade, das Angústias, das Lágrimas, das Sete Dores e do Calvário. É padroeira de várias cidades brasileiras como Candibas/BA, Guaxupé/MG, Teresina/PI e Marilândia do Sul/PR dentre vários outros.
DOMITILA nunca aprendeu as letras, mas conhece muito da sabedoria do povo e das escritas de Deus, na sabedoria da natureza.
Vive de canto em canto, de feira em feira, cantando e contando histórias. Como não tem parada, diz que vive cirandando: -- “O mundo é que nem numa ciranda... que a gente não pode Pará.”
Um dia teve um sonho lindo: Estava toda enfeitada, como em dia de festa no arraiá. E muito, muito feliz, dançava ciranda com muitas crianças, também felizes a cantar. De repente, ouviu um som comprido e doce... parou de rodar.
Ouviu de novo o mesmo som, as crianças então ficaram tristes...
Ouviu-se novamente o som... era o som de uma rabeca, uma nota só era tocada de maneira chorosa, qual se fosse um lamento...
De repente as crianças sumiram e tudo se fez silêncio... então percebeu um sonzinho abafado que vinha de algum lugar. Procurou e descobriu que vinha do seu embornal. Pegou-o e quando abriu viu luzes coloridas que saindo de dentro dele faziam evoluções no ar, desenhando formas, em linhas coloridas.
Sem precisar de onde, ouviu as vozes das crianças: --“Tia, vem brincar de ciranda com a gente?”...
Acordou... ainda guardava aquelas palavras na mente quando ouviu seu Natanael chamar. Ele era coroinha de padre Inácio e trazia uma carta que chegara para ela.
DOMITILA muito cismada, pediu que ele lesse a carta:
Senhora Maria Domitila de Santana,
Tomei conhecimento de que a senhora conhece
muitas cantigas de ciranda e brincadeiras.
Infelizmente, as crianças deste nosso Brasil desaprenderam
as brincadeiras sadias e contagiantes, simples e empolgantes,
e permanecem indefinidamente sentadas frente a uma
caixa mágica de luzes e movimentos que as hipnotiza,
impedindo que brinquem, cantem, dancem e sejam
crianças felizes.
Segue uma passagem de trem para que venha ter conosco.
Estamos reunindo um pequeno grupo de amigos
para resgatar a valorosa cultura do nosso país.
Rogo-lhe esse pedido, ao tempo que lhe confiro esta missão:
Deixe viva a ciranda na brincadeira das crianças.
Ajude-nos a reencantá-las.
Afetuosamente,
Villa Lobos
Maestro
QUADRINHAS DE DOMITILA
Com Vó Donana aprendi os segredos das folhas
O canto pra mó d’ispantá tristeza, Mãe Zabé me insinô
Minha graça é Domitila, cirandeio, sem apeá, eu vou
Minha casa hoje é o mundo sob o manto de N. Sra. da Dô
Minha graça é Domitila
Cirandeio sem pará
Minha casa é o mundo
E o coraçã é meu quintá
Será que o Trem engata a RÉ?
"¹remir (re-mir)
v.t.
Redimir, resgatar, readquirir.
Libertar do cativeiro, do poder do inimigo.
Teologia Salvar, livrar das penitências.
Expiar: remir os seus pecados."
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"²Nome: Remir
Origem: Bíblica
Significado: Adquirir de Novo"
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É engraçado o modo como o destino age sobre nós. Eu percebo o quão frágil eu sou, a cada nova montagem, e percebo também como eu me conheço pouco. Confesso que fiquei com MUITO, mais MUITO medo ao saber que ia fazer o Remir, eu olhava e pensava: "Gente, eu mal conheço caipiras, eu só conheço os estereótipos da TV e do cinema... E ESSE SOTAQUE? Como que eu vou conseguir fazer esse sotaque sem ser falso??????", lógico, é uma reação instantânea, e é óbvio que isso mudou no momento em que os ensaios começaram.
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A verdade eu que eu ganhei um BAITA de um presente, só não tinha percebido. É fácil só enxergar o exterior, ver só a "casca" do personagem, que preconceituoso isso. A verdade é que nós não precisamos ser ou conhecer "caipiras" para entender o Remir, o problema é que ele tem uma coisa que muitos de nós perdemos na "cidade grande", nós perdemos a nossa simplicidade. Eu passei boa parte da minha vida "lutando contra" essa minha origem sertaneja, sempre quis me desvencilhar dessa imagem do sertão. E acho que ele veio justamente para me remir¹ desse pecado, agora eu não consigo entender porque eu tinha essa relutância com a minha própria história, desse lado humano, sofrido, batalhador, que lutou e luta pra permanecer vivo. Dessa cultura, dessas crenças e verdades que são tão lindas, tão ricas. Mas o que eu acho que é mais importante, e com certeza o que estava mais distante de mim, era essa alegria de viver, que mesmo sofrendo, trabalhando durante todo o dia embaixo do sol escaldante, sem ter o que comer quando chegar em casa, ou talvez sem ter onde dormir, porque você não tem casa, você ainda é feliz, porque você está vivo, e uma vida, mesmo que seja sofrida, é motivo de muita alegria.
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É essa ingenuidade, esse amor, esse carinho, essa simplicidade, e acima de tudo, essa ALEGRIA que eu quero levar no Trem da minha vida.
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E quanto ao Trem do meu amigo Nhô Villa Lobos, eu só quero levar tudo isso que eu escrevinhei ali em cima, e tentar passar pelo menos um cadinho de tudo isso pro povo que vai vir assistir nóis, porque esse trem e essa vida são bom POR DEMAIS, sô!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
QUEM É O SIDNEI?
sábado, 24 de julho de 2010
O TRENZINHO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA - Minha Estréia
DEFEÇA DA ALEGRIA
Defender a alegria como uma trincheira
defender do escândalo e da rotina
da miséria e dos miseráveis
das ausências transitórias
e as definitivas
defender a alegria como um princípio
defender do pasmo e dos pesadelos
dos neutros e dos nêutrons
e das doces infâmias
e os graves diagnósticos
defender a alegria como uma bandeira
defende-la do raio e da melancolia
dos ingênuos e dos canalhas
da retórica e da paradas cardíacas
das endemias e as academias
defender a alegria como um destino
defende-la do fogo e dos bombeiros
dos suicidas e dos homicidas
das férias e do cansaço
da obrigação de estar alegre
defender a alegria como uma certeza
defender do óxido e da sarna
da famosa pátina do tempo
do relento e do oportunismo
dos proxenetas do riso
defender a alegria como um direito
defende-la de deus e do Inverno
das maiúsculas e da morte
dos sobrenomes e das lastimas
do azar
e também de alegria
sábado, 19 de junho de 2010
ESPETÁCULO “O TRENZINHO DO CAIPIRA” ESTARÁ NO FILO – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LONDRINA, EM JUNHO.
“O Trenzinho do Caipira”, espetáculo teatral para todas as idades da Cia. do Abração, de Curitiba, estará no FILO, nos dias 24 e 25 de junho, em duas únicas apresentações.
Este espetáculo estreou em 2005, no Teatro da Caixa, em Curitiba e já percorreu diversos festivais nacionais e internacionais, entre eles, o Festival Internacional de São José do Rio Preto, recebendo as melhores críticas, de público e de profissionais especializados.
Recentemente, fez temporada no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro, através do projeto de ocupação CAIXA Cultural.
SOBRE O ESPETÁCULO
O Trenzinho do Caipira – Projeto Villa-Lobos Para Crianças de Todas as Idades, nasce do sonho de compartilhar com as crianças de todas as idades, a importância e a beleza da música erudita. A escolha de Villa-Lobos se deu pelo potencial criativo, multicultural, folclórico e pedagógico de sua obra, qualidades que sempre levamos em conta ao compor uma obra para crianças.
O projeto traz em seu ideal a soma de diversas linguagens para a construção da cena. Não há a pretensão de se fazer um histórico da vida de Villa-Lobos, não negando esse conteúdo como pesquisa, mas sim, usar sua obra e sua vida como fonte de inspiração, para com isso se aproximar do universo da criança, dividindo com ela o gosto pelo gênero, às vezes tão distante de seu universo. Assim, desmistificando o gênio, tirando-o do inalcançável lugar e o colocando ao pé do ouvido a fim de tocar o ser criativo de quem vê e ouve.
A Cia. do Abração desde sua fundação vem se especializando em produção de espetáculos para crianças. Da mesma forma, o projeto Villa-Lobos para Crianças de Todas as Idades se destina preferencialmente a este público, ressaltando a nossa crença que à criança deverão ser oferecidas várias possibilidades de produtos culturais, de espaços culturais para que ela amadureça sua visão, para que ela contraponha o que conhece com o que desconhece. Para que ela, principalmente, tenha despertada a sua sensibilidade para perceber-se, para perceber o outro, enfim, para perceber o mundo que a rodeia.
SINOPSE
No espetáculo, seis personagens, de diferentes regiões do Brasil, simultaneamente, recebem uma misteriosa carta de Villa Lobos, convidando-os para uma viagem de trem. Encontram-se, por obra do destino ou da carta que receberam, na estação de trem e constatam que acabam de perdê-lo. Este fato provoca uma instabilidade e um questionamento em cada um sobre o sentido de estarem ali. O sentido da viagem, o sentido do trem. O sentido da própria vida. Ao se conhecerem, percebem suas necessidades e desejos comuns e decidem, então, construir o seu próprio trem.
Ao final, com várias informações obtidas sobre a obra de Villa Lobos e muitos ensinamentos para suas próprias vidas, juntos, nossos brasileiros conseguem construir seu próprio trem. Neste instante, decifram a missão contida na misteriosa carta enviada por Villa Lobos e que lhes dá motivação suficiente para iniciar sua grande viagem. O final desta viagem? Cada espectador poderá concluir qual o sentido este trem tomará...
Cia. do Abração
A Cia. do Abração é um espaço de arte e cultura, que há 10 anos atua em Curitiba e tem como proposta principal a pesquisa e produção teatrais para todas as idades, com desenvolvimento de dramaturgia própria difundida através de espetáculos de repertório da Cia. Sua proposta estética está alicerçada na fusão de linguagens artísticas de diversas áreas, elaborada em investigações advindas de processos colaborativos. Além da dança e das artes visuais, trabalha e investiga as técnicas de manipulação de objetos, mímica, produção sonora e conhecimentos da antropologia.
Serviço:
O Trenzinho do Caipira – Espetáculo teatral para crianças de todas as idades
Temporada: 24 a 25 de junho.
Horário: 19h00
Local: Tenda da Mostra Infantil – Zerão. Londrina - PR
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: Livre, especialmente recomendada para crianças.
Elenco:
Cleo Cavalcantty, Paulo Matos, Moira Albuquerque, Felipe Custódio, Negra Silva e Simão Cunha.
Ficha Técnica:
Produção: Cia. do Abração
Direção: Letícia Guimarães
Direção Musical: Octávio Camargo
Texto: Criação Coletiva sob supervisão de Letícia Guimarães
Coreografia: Fabiana Ferreira
Cenografia: Cristine Conde
Figurino: Cristine Conde
Sonoplastia: Maurício Vogue
Iluminação: Anry Aider
Fotografia: Elenize Dezgeniski.
Contatos para Imprensa:
Letícia Guimarães
41 3362 9438, 41 9243 0321
terça-feira, 1 de junho de 2010
O Trenzinho do Caipira em crítica do Jornal do Brasil (RJ)
terça-feira, 18 de maio de 2010
Nosso trem na CAIXA CULTURAL de Rio de Janeiro
O evento, organizado pela curitibana Cia. do Abração, reúne espetáculo teatral, oficina de teatro gratuita para crianças e palestra para educadores, arte-educadores e público adulto em geral. A temporada começa no próximo sábado, dia 22, e acontece no Teatro Nelson Rodrigues, espaço da Caixa Cultural, na Avenida Chile, 230, no Centro do Rio. Vai até o dia 30 de maio.
A peça propõe uma imersão no universo lúdico infantil cuja trajetória é conduzida sob o olhar de Villa-Lobos. A construção do espetáculo baseia-se ainda em reminiscências da tradição folclorista, das cantigas de roda, e sons da natureza presentes no inconsciente de todos nós.
A Cia. do Abração é um espaço de arte e cultura, que há 10 anos atua em Curitiba e tem como proposta principal a pesquisa e produção teatrais para todas as idades, com desenvolvimento de dramaturgia própria difundida através de espetáculos de repertório da Cia. Além da dança e das artes visuais, trabalha e estuda as técnicas de manipulação de objetos, mímica, produção sonora e conhecimentos da antropologia.
SOBRE O EVENTO:
O Trenzinho do Caipira – Espetáculo teatral para crianças de todas as idades
Temporada: 22 a 30 de maio.
Horário: Dias 22, 23, 29 de maio, às 15h e dia 30 de maio, às 11h e às 15h.
Dia 22 palestra ‘O Teatro para Crianças e a arte-educação’, às 14h30min.
Dia 29 Oficina ‘Ludicidade no Teatro para crianças’ das 9h30min às 11h30min. Inscrições para oficina abracao@ciadoabracao.com.br
Local: Teatro Nelson Rodrigues – Caixa Cultural – Av. Chile 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2262-8152
Capacidade: 388 pessoas.
Ingresso para o espetáculo: R$10,00 inteira e R$5,00 meia.
Palestra e oficina com entrada franca
Duração: 50 minutos
Elenco: Cleo Cavalcantty, Paulo Matos, Moira Albuquerque, Felipe Custódio, Aline da Silva, Simão Cunha.
Produção: Cia. do Abração
Direção: Letícia Guimarães
Direção Musical: Octávio Camargo
Texto: Criação Coletiva sob supervisão de Letícia Guimarães
Coreografia: Fabiana Ferreira
Cenografia: Cristine Conde
Figurino: Cristine Conde
Sonoplastia: Maurício Vogue
Iluminação: Anry Aider
Fotografia: Elenize Dezgeniski
Classificação indicativa: Livre, especialmente recomendada para crianças.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Viagem: SESC Araraquara
segunda-feira, 8 de março de 2010
ESTREIA DA ESTREIA
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Novo Começo, Novo Elenco
Renovação é a palavra chave do momento no espetáculo "O Trenzinho do Caipira", e isso significa novos jeitos de pensar a mesma história contada por "personagens novos". Mais uma oportunidade de pesquisar sobre a Dramaturgia coletiva desenvolvida pela Cia. do Abração, bem como continuar a pesquisa para e evolução e refinamento da obra de arte "O Trenzinho do Caipira", que em 2010 completará cinco anos de vida. COMENTÁRIOS
Intervenções Cênicas disse...
Anônimo disse...
Fantástico, fazer parte dessa nova equipe do "O Trenzinho do Caipira" está sendo uma experiência maravilhosa, esse espetáculo nos permite perceber muito sobre os sentidos, o nosso, o do outro, da minha e das outras vidas a qual eu pertenço. Em particular ter como presente o personagem REmir, me aproxima de quem eu sou, de onde eu vim, e principalmente me deixa mais perto de Deus. REmir é peão, ligeiro, seresteiro, inté chorão! Um rezador. Um banho de sensibilidade que esses personagens vem descobrindo a cada dia desse processo. Villa Lobos se mantém vivo na Cia do Abração e nosso vagão está cada dia mais completo, vagão de tamanho infinito, cheio de sonhos, lembranças e cores. O processo continua e isso me da a certeza que esse trem vai longe. Pra onde o sol é redondo e a música rola solta pelo ar. O Trenzinho bão sô!

